Qualidade e uso da água na percepção ambiental dos moradores do bairro Santa Rosa, em Tabatinga, Amazonas, Brasil

Pesquisadora/Autora

Ma. Giselle Moraes Maia

Currículo Lattes

http://lattes.cnpq.br/4591845232149487

Orientador

Prof. Dr. Daniel Felipe de Oliveira Gentil

Coorientadora

Profa. Dra. Edivânia dos Santos Schropfer

Instituição de Ensino

Universidade Federal do Amazonas

Resumo da pesquisa

O estudo investigou a qualidade da água no bairro Santa Rosa, em Tabatinga, focando tanto na percepção dos moradores quanto em análises laboratoriais. O objetivo era desenvolver material didático para apoio ao ensino de Ciências Ambientais na educação básica. O estudo revelou que 70% dos moradores usam água de poços tubulares e a armazenam em caixas plásticas. Embora 58% considerem essa água boa, análises mostraram desconformidades com os padrões de potabilidade estabelecidos. Conclui-se que é necessário melhorar o saneamento e a implementação de políticas públicas para a saúde ambiental local.

Palavras-chave

Abastecimento de água, Tratamento de água, Material educacional

Link para acesso ao material original e cartilha

https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/6873

Introdução

Imagine um cenário onde a água, elemento vital que sustenta nossa existência, se torna um enigma complexo: ela parece limpa e segura, mas será que realmente é? A pesquisa realizada no bairro Santa Rosa, em Tabatinga, Amazonas, traz uma visão multifacetada sobre esse recurso essencial, mesclando perspectivas científicas e percepções comunitárias. O estudo não apenas investiga a qualidade da água através de rigorosas análises laboratoriais, mas também mergulha nas opiniões dos moradores e estudantes da região, desvendando uma realidade que muitas vezes escapa ao olhar desatento.

O intrigante é que, enquanto uma boa parcela dos moradores acredita na “pureza” da água que consomem, os dados científicos apresentam um quadro mais complexo e preocupante. Esse contraste nos faz questionar: Como podemos, enquanto educadores, lançar luz sobre essas discrepâncias e contribuir para uma comunidade mais informada e ativa? A pesquisa não apenas traz dados cruciais, mas também serve como base para a criação de material didático que pode ser um rico recurso no ensino de Ciências Ambientais na educação básica.

Então, queridos educadores, preparem-se para embarcar numa jornada que une ciência, comunidade e sala de aula. Vamos explorar juntos como transformar informações e descobertas em ferramentas educacionais que inspirem nossos alunos a se tornarem cidadãos mais conscientes e responsáveis pelo mundo em que vivem. Curioso? Continue lendo e descubra como o ensino de Ciências Ambientais pode se tornar uma aventura empolgante e impactante.

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